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25/05/2019 - Vila Velha é a cidade que mais compra cards de Pokémon no Brasil


 

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No Dia do Orgulho Nerd, comemorado neste sábado, 25 de maio, o Espírito Santo mostra que possui um bom mercado consumidor dessa cultura. Segundo uma pesquisa da Amazon, que divulgou o ranking das 10 cidades mais nerds do Brasil, Vila Velha aparece com um dado significativo. A cidade Canela Verde não está na lista das 10 mais geeks, mas surge como a maior consumidora de cards de Pokemón do país, segundo o levantamento.


Mesmo o maior número de compra per capita sendo em Vila Velha, os colecionadores dos cards de Pokémon estão em todo o Estado, como o estudante de administração e colecionador de cards, Wallace Lopes, de 26 anos, que mora em Jardim Limoeiro, na Serra. "Eu conheço gente de vários lugares que compram os cards de Pokémon, inclusive de Vila Velha", comenta Wallace, que "caça" seus bichinhos desde 2000.


Desde o seu lançamento em 1996, as cartas colecionáveis Pokémon são um artigo de colecionador popular, para que os jogadores possam construir um baralho e preparar-se para a guerra. De lá para cá, várias edições foram lançadas.A busca por pikachus, bulbasauros, charmanders, eves e etc não se restringe somente a compra dos cards. Para melhorar seus deques, os fãs costumam fazer trocas desses cartões, formando um mercado informal onde circula uma boa quantia de dinheiro. Isso é o que fala o colecionador e estudante de jornalismo Paulo Victor Leite, de 26 anos."Hoje o mercado informal é grande, tem amigos meus que trabalham nesse mercado e tem até máquina de cartão. Vende cartas em encontros e eventos, vendendo cartas que variam de preço, desde 50 centavos até 300, 500, 1.000 reais. O valor varia muito com a raridade da carta”, exclama o estudante, que iniciou sua coleção em 2003.


Segundo os entrevistados, um pacote com 6 cartas custa pouco mais de R$ 6. Mas, como citado por Paulo Vitor, o valor pode subir de acordo com a raridade da carta. Segundo matéria do O Globo, de 2016, o card "Ilustrador de Pokémon" japonesa, dada como prêmio para participantes em competições de ilustração de pokémons em 1997 e 1998, custava US$ 100 mil naquele ano. O motivo: apenas 39 foram feitas e não se sabe quantas sobrevivem. Hoje, o valor baixou. Segundo sites que discutem o assunto e nossos entrevistados, a carta Pikachu illustrator, lançada em 1998, custa 47 mil euros (cerca de US$ 52 mil). Paulo Victor conta que o máximo que pagou numa carta foi R$ 150. Normalmente, ele faz pedidos pela internet, enquanto o Wallace prefere lojas físicas.Os fãs e lojistas também viram que outros produtos da franquia influenciam muito na venda, como o filme recém-lançado "Pokémon: Detetive Pikachu" e os desenhos e jogos da marca. "O desenho e a animação sempre influenciaram por serem acessíveis a todos, você só precisa de um computador e internet e pode assistir às várias temporadas do desenho ou dos filmes animados", observa o estudante de jornalismo.TROCASConhecendo esse mercado, algumas lojas passaram a organizar eventos para venda e troca de cards entre os colecionadores. Em Vila Velha, no Shopping Boulevard, a Ri Happy organiza essas reuniões.Com a presença de mais de 60 pessoas, entre adultos e crianças, os fãs podem se reunir num lugar onde todos falam a mesma língua, é o que fala o gerente da Ri Happy do Shopping Boulevard. “Nós estamos cerca de dois meses sem fazer esses encontros, eles tinham muitas pessoas. Agora, sabendo dessa lista da Amazon, vamos até voltar com os eventos que os fãs de Pokémon gostavam tanto", completa o gerente.

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